| NATAL | MAIS UM |
| Natal é amor | È mais um ano passado |
| O amor é a vida | Como peregrino sobre a terra |
| Natal é Jesus | Onde o Criador nos deu a vida. |
| Filho do Deux Criador. | Neste mundo sempre apressado |
| Nem parece que alguém nos espera | |
| Jesus é nosso irmão | Atarefados com a sua lida! |
| Vem como um Salvador | |
| Para que toda a geração | Esperarei eu por eles também |
| Faça parte deste amor | Quando vou ao meu caminho |
| Enquanto na terra ficamos! | Tantas vezes depressa demais? |
| Muitas das vezes menos bem | |
| Mas como Jesus volta aos Céus | Esqueço sorrisos e carinhos |
| Um dia também nòs vamos | A quem devia dar muitos mais! |
| Para uma eterna salvação | |
| Junto do eterno amor de Deus. | Mas porque vou tão depressa |
| Se o tempo não é meu | |
| Vai ser Natal na terra e nos céus | Nem a vida tão pouco é? |
| Cantam os anjos e nòs também | Vou tentar uma promessa |
| Para alegria da Santa-Mãe | Pedindo ao Pai do Céu |
| Que repartimos cada um pelos seus! | Mais perdão e mais fé! |
| Sò não hà Natal na terra | Obrigado Pai por mais um ano |
| Quando os homens fazem guerra | Sobre a terra da minha gente |
| Roubando o amor a tanto pai e mãe | Onde tantos amores jà me deu. |
| Deixando para eles o terror e a dor. | Que o mal não me faça algum dano |
| Tenho esperança de chegar ao Céu. | |
| Vai haver para todos natal | a 23/12/2009 |
| Porque Jesus como Salvador | |
| À terra uma vez mais vem. | |
| a 22/12/2009 |
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
MAIS UM ANO VEM
NATAL
| MAIS UM |
| Mais um Natal a decorrer |
| Com preparativos e presentes |
| Convites e convìvios organisados |
| São tradições a manter! |
| Depesas por vezes demasiadas |
| Até nem sempre por necessidade |
| Todos querem dar a conhecer |
| Que nem é tempo de dificuldade. |
| Tantos pobres sem nada ter |
| Quase nem pão para comer |
| E ao lado com vaidade |
| Quase os nem querem ver! |
| Um Natal com alguma riqueza |
| Alguns até terão razão |
| Para esquecer a triteza |
| Deste mundo com muita ilusão! |
| Sim venham os bons natais |
| Cheios de esperança e amor |
| Para recordar os nossos pais |
| Que passaram natais com dor. |
| Natal é mais uma festa do Cristão |
| Esta dedicada ao Divino Salvador |
| Vamos vivê-la com fé e veneração |
| Para ser mais um Natal de amor. |
| a 23/12/2009 |
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
MINHA FONTE DE AMOR
| Saudades da minha terra | |
| Saudades da minha terra | Ò fonte dos meus amores |
| Minha aldeia à beira-mar | Quantas flores jà me deste |
| Como é lindo esse cantinho | Tantos botões carinhosos |
| Que foi o meu caminho | Que são meus e são teus! |
| Para a minha vida começar. | |
| São frutos da nossa unidade | |
| Minha aldeia é Belinho | Que buscamos no amor |
| O mais belo cantinho | Que a nossa fidelidade |
| Encostadinho ao mar | Ajudou a tanto esplendor. |
| Local santo do meu lar | |
| Que nunca pude esquecer. | Cada vez mais completos |
| Com tantos sorrisos à nossa volta | |
| Também por ela soube sofrer | Continua a esperança da vida |
| Quando parti para longe | Meu Deus que bons estes afectos! |
| Para o bom Paìs de França. | |
| Junto o amor às saudades | Que mais pedir ao Senhor |
| Escolhendo as verdades | Se jà tanto recebemos |
| Para a todos dar a minha confiança! | Que nos guarde este amor |
| Esperando pelos bisnetos. | |
| Os caminhos da minha terra | a 15/12/09 |
| Estão para todos bem abertos | Vou levando a àgua ao meu moinho |
| Quem a visita segue seu destino | Quer chova ou faça vento |
| Escolhendo os locais certos! | Com dias de chuva ou calor! |
| Ali hà sempre alguém que os espera | Tento seguir pelo bom caminho |
| Para dar ou ouvir conselho | Por onde passa a verdade e o amor! |
| Ou por um sorriso de menino! | |
| Espero que o grão moìdo | |
| Cada portal tem uma història | Tenha sempre bom paladar |
| Nas memòrias da sua moradia | P'ra servir o meu preferido |
| Onde demorou o amor e a vida | Que reconhece o bom pão! |
| Certamente com dias de glòria. | Até hoje foi bem servido |
| Por isso eu quero continuar | |
| Ao passar nem precisamos bater | Pelo respeito e gratidão. |
| Deixamos o coração sentir | |
| O que de bem por ali havia | |
| Que muitas vezes nos quizeram sorrir! | |
FELIZ NATAL
| NATAL |
| Natal é amor |
| O amor é a vida |
| Natal é Jesus |
| Filho do Deux Criador. |
| Jesus é nosso irmão |
| Vem como um Salvador |
| Para que toda a geração |
| Faça parte deste amor |
| Enquanto na terra ficamos! |
| Mas como Jesus volta aos Céus |
| Um dia também nòs vamos |
| Para uma eterna salvação |
| Junto do eterno amor de Deus. |
| Vai ser Natal na terra e nos céus |
| Cantam os anjos e nòs também |
| Para alegria da Santa-Mãe |
| Que repartimos cada um pelos seus! |
| Sò não hà Natal na terra |
| Quando os homens fazem guerra |
| Roubando o amor a tanto pai e mãe |
| Deixando para eles o terror e a dor. |
| Vai haver para todos natal |
| Porque Jesus como Salvador |
| À terra uma vez mais vem. |
| a 22/12/2009 |
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
RECORDAR
BELINHO
Belinho prodìgio da natureza
Como um jardim florido
Com lindos campos a dar pão
Graças ao cuidado do agricultor.
Desde manhã cedinho
Partiam colher com amor
O alimento apetecido
Sem esquecer uma oração!
Hoje em dia a nossa terra
È muito menos florida
Poucas são as sementeiras
Como outrora se ordenavam!
Os grandiosos milheirais
A esconder a beleza das moças
Que por entre eles trabalhavam!
Elas desafiavam as cantadeiras
Que regavam a pé descalço
As hortaliças tão mimosas!
Que importavam as orvalheiras
Refrescavam as mais jeitosas
A dar vontade de ir no seu encalço;
Tenho saudades dessa mocidade
Por esses campos de povo amigo
Com as saudações divididas.
Era assim uma frontalidade
Que falava e aconselhava
Como todos familias amigas.
Foram assim as primaveras
Naquelas eras do passado
Com a hulmidade a dar razão
Pela verdade que se falava!
a 7/12/09
Belinho prodìgio da natureza
Como um jardim florido
Com lindos campos a dar pão
Graças ao cuidado do agricultor.
Desde manhã cedinho
Partiam colher com amor
O alimento apetecido
Sem esquecer uma oração!
Hoje em dia a nossa terra
È muito menos florida
Poucas são as sementeiras
Como outrora se ordenavam!
Os grandiosos milheirais
A esconder a beleza das moças
Que por entre eles trabalhavam!
Elas desafiavam as cantadeiras
Que regavam a pé descalço
As hortaliças tão mimosas!
Que importavam as orvalheiras
Refrescavam as mais jeitosas
A dar vontade de ir no seu encalço;
Tenho saudades dessa mocidade
Por esses campos de povo amigo
Com as saudações divididas.
Era assim uma frontalidade
Que falava e aconselhava
Como todos familias amigas.
Foram assim as primaveras
Naquelas eras do passado
Com a hulmidade a dar razão
Pela verdade que se falava!
a 7/12/09
domingo, 15 de novembro de 2009
A VERDADE
Nem sempre o sim é a verdade
Depende a escolha da questão
Porque quando hà seriedade
A verdade está sempre á mão.
Politicamente nesta altura
È a moda do sim e do não
Uns para alargar a loucura
Outros a dar à vida razão.
A liberdade de cada um
Nem sempre é bem aproveitada
Hà quem não minta por nenhum
Outros por pouco andam à pedrada.
Os portugueses foram escravizados
Por ditadores a matar sem razão
Hoje os partidos mal intencionados
Deixam matar os, sem protecção.
Hoje a vida perdeu valor
É trocada por egoìsmos e paixões
Não há formação para o amor
Preférem a vida com traições.
Diziam os antigos com razão
Eles que respeitavam a natureza
Quem procura viver com traição
Virá a pagar bem caro concerteza !
Quem defende os sem defesa
Muitos deles jamais falarão!
O seu exemplo dá a razão
Aos que da verdade fazem certeza.
Ficarà o mundo mais despovoado
Por culpa destas leis fatais
Mais tarde este pôvo mal governado
Não verà enganar outros pais !
Jà se ouvem hoje tantos lamentos
Por tantas coisas mênos naturais
Era tempo de outros procedimentos
A natureza não admite erros demais.
Aos que disseram sim por vaidade
Seu coração lhe dirà não,mais à frente
Aos que disseram não pela verdade
Serão mais credores, como gente !
feito a 08/02/2007
Nem sempre o sim é a verdade
Depende a escolha da questão
Porque quando hà seriedade
A verdade está sempre á mão.
Politicamente nesta altura
È a moda do sim e do não
Uns para alargar a loucura
Outros a dar à vida razão.
A liberdade de cada um
Nem sempre é bem aproveitada
Hà quem não minta por nenhum
Outros por pouco andam à pedrada.
Os portugueses foram escravizados
Por ditadores a matar sem razão
Hoje os partidos mal intencionados
Deixam matar os, sem protecção.
Hoje a vida perdeu valor
É trocada por egoìsmos e paixões
Não há formação para o amor
Preférem a vida com traições.
Diziam os antigos com razão
Eles que respeitavam a natureza
Quem procura viver com traição
Virá a pagar bem caro concerteza !
Quem defende os sem defesa
Muitos deles jamais falarão!
O seu exemplo dá a razão
Aos que da verdade fazem certeza.
Ficarà o mundo mais despovoado
Por culpa destas leis fatais
Mais tarde este pôvo mal governado
Não verà enganar outros pais !
Jà se ouvem hoje tantos lamentos
Por tantas coisas mênos naturais
Era tempo de outros procedimentos
A natureza não admite erros demais.
Aos que disseram sim por vaidade
Seu coração lhe dirà não,mais à frente
Aos que disseram não pela verdade
Serão mais credores, como gente !
feito a 08/02/2007
A VIDA A SONHAR
VIVENDO SONHANDO
Fui plantado em dois paises
Herdeiro amigo da natureza
Sou felizmente concerteza
Alguém que estima as raízes
Daqueles que amor me deram.
Se podesse ser anjo do Senhor
Andaria sempre de lado em lado
Para poder ler o meu passado
Escrito no livro de amor
Que meus paizinhos escreveram.
Mas como sou pessoa mortal
Tenho que aceitar o destino
Que me segue desde pequenino
A viver longe de Portugal
Como já outros assim o fizeram.
Vou andando seguindo e vendo
Quero respeitar a verdade
Ás vezes apertado pela saudade
Dou-lhes razão e vou sofrendo
Amando aqueles que por mim esperam.
Ó se o Mundo fosse pequenino
Visitaria-o cada dia uma vez
Seria estrangeiro, e seria português
Até voltaria a ser menino
Para sorrir, aos que carinhos me deram.
Vou ficar rezando a Deus
Sem esquecer a Senhora da Guia
Na capela da também minha freguesia
Assim mais pertinho dos céus
Sentir as graças que me ofereceram.
Um dia dei uma grande volta sonhando
Atravessando o Atlântico e o vento
Parecia-me uma ponte da saudade
Como uma gaivota voando
Me escondi no firmamento
A pensar na realidade.
Entre o Céu e o mar
Uma a uma ouvia caír
Lágrimas profundas de tristeza
Eram daqueles que queriam chorar
Quando me viram partir
Deixando a nossa familia portuguesa.
Já não posso sonhar mais
Vou acordar do sonho profundo
Que o destino me preparou
Fugi da terra de meus pais
Só porque queria um outro mundo
Este que o meu amor aceitou.
Se um dia encontrar tempo
Irei pedir ao "senhor dos mares"
Que me abra um caminho
Poderei calcular um momento
Para inventar lindos cantares
Como aqueles cantados em Belinho.
Mas se assim não poder ser
Vou preparar os meus sentimentos
Para com eles me consolar
Então a saudade vai me fazer
Uma grande rosa dos ventos
Para portugal me encontrar.
Fui plantado em dois paises
Herdeiro amigo da natureza
Sou felizmente concerteza
Alguém que estima as raízes
Daqueles que amor me deram.
Se podesse ser anjo do Senhor
Andaria sempre de lado em lado
Para poder ler o meu passado
Escrito no livro de amor
Que meus paizinhos escreveram.
Mas como sou pessoa mortal
Tenho que aceitar o destino
Que me segue desde pequenino
A viver longe de Portugal
Como já outros assim o fizeram.
Vou andando seguindo e vendo
Quero respeitar a verdade
Ás vezes apertado pela saudade
Dou-lhes razão e vou sofrendo
Amando aqueles que por mim esperam.
Ó se o Mundo fosse pequenino
Visitaria-o cada dia uma vez
Seria estrangeiro, e seria português
Até voltaria a ser menino
Para sorrir, aos que carinhos me deram.
Vou ficar rezando a Deus
Sem esquecer a Senhora da Guia
Na capela da também minha freguesia
Assim mais pertinho dos céus
Sentir as graças que me ofereceram.
Um dia dei uma grande volta sonhando
Atravessando o Atlântico e o vento
Parecia-me uma ponte da saudade
Como uma gaivota voando
Me escondi no firmamento
A pensar na realidade.
Entre o Céu e o mar
Uma a uma ouvia caír
Lágrimas profundas de tristeza
Eram daqueles que queriam chorar
Quando me viram partir
Deixando a nossa familia portuguesa.
Já não posso sonhar mais
Vou acordar do sonho profundo
Que o destino me preparou
Fugi da terra de meus pais
Só porque queria um outro mundo
Este que o meu amor aceitou.
Se um dia encontrar tempo
Irei pedir ao "senhor dos mares"
Que me abra um caminho
Poderei calcular um momento
Para inventar lindos cantares
Como aqueles cantados em Belinho.
Mas se assim não poder ser
Vou preparar os meus sentimentos
Para com eles me consolar
Então a saudade vai me fazer
Uma grande rosa dos ventos
Para portugal me encontrar.
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