A VERDADE
Nem sempre o sim é a verdade
Depende a escolha da questão
Porque quando hà seriedade
A verdade está sempre á mão.
Politicamente nesta altura
È a moda do sim e do não
Uns para alargar a loucura
Outros a dar à vida razão.
A liberdade de cada um
Nem sempre é bem aproveitada
Hà quem não minta por nenhum
Outros por pouco andam à pedrada.
Os portugueses foram escravizados
Por ditadores a matar sem razão
Hoje os partidos mal intencionados
Deixam matar os, sem protecção.
Hoje a vida perdeu valor
É trocada por egoìsmos e paixões
Não há formação para o amor
Preférem a vida com traições.
Diziam os antigos com razão
Eles que respeitavam a natureza
Quem procura viver com traição
Virá a pagar bem caro concerteza !
Quem defende os sem defesa
Muitos deles jamais falarão!
O seu exemplo dá a razão
Aos que da verdade fazem certeza.
Ficarà o mundo mais despovoado
Por culpa destas leis fatais
Mais tarde este pôvo mal governado
Não verà enganar outros pais !
Jà se ouvem hoje tantos lamentos
Por tantas coisas mênos naturais
Era tempo de outros procedimentos
A natureza não admite erros demais.
Aos que disseram sim por vaidade
Seu coração lhe dirà não,mais à frente
Aos que disseram não pela verdade
Serão mais credores, como gente !
feito a 08/02/2007
domingo, 15 de novembro de 2009
A VIDA A SONHAR
VIVENDO SONHANDO
Fui plantado em dois paises
Herdeiro amigo da natureza
Sou felizmente concerteza
Alguém que estima as raízes
Daqueles que amor me deram.
Se podesse ser anjo do Senhor
Andaria sempre de lado em lado
Para poder ler o meu passado
Escrito no livro de amor
Que meus paizinhos escreveram.
Mas como sou pessoa mortal
Tenho que aceitar o destino
Que me segue desde pequenino
A viver longe de Portugal
Como já outros assim o fizeram.
Vou andando seguindo e vendo
Quero respeitar a verdade
Ás vezes apertado pela saudade
Dou-lhes razão e vou sofrendo
Amando aqueles que por mim esperam.
Ó se o Mundo fosse pequenino
Visitaria-o cada dia uma vez
Seria estrangeiro, e seria português
Até voltaria a ser menino
Para sorrir, aos que carinhos me deram.
Vou ficar rezando a Deus
Sem esquecer a Senhora da Guia
Na capela da também minha freguesia
Assim mais pertinho dos céus
Sentir as graças que me ofereceram.
Um dia dei uma grande volta sonhando
Atravessando o Atlântico e o vento
Parecia-me uma ponte da saudade
Como uma gaivota voando
Me escondi no firmamento
A pensar na realidade.
Entre o Céu e o mar
Uma a uma ouvia caír
Lágrimas profundas de tristeza
Eram daqueles que queriam chorar
Quando me viram partir
Deixando a nossa familia portuguesa.
Já não posso sonhar mais
Vou acordar do sonho profundo
Que o destino me preparou
Fugi da terra de meus pais
Só porque queria um outro mundo
Este que o meu amor aceitou.
Se um dia encontrar tempo
Irei pedir ao "senhor dos mares"
Que me abra um caminho
Poderei calcular um momento
Para inventar lindos cantares
Como aqueles cantados em Belinho.
Mas se assim não poder ser
Vou preparar os meus sentimentos
Para com eles me consolar
Então a saudade vai me fazer
Uma grande rosa dos ventos
Para portugal me encontrar.
Fui plantado em dois paises
Herdeiro amigo da natureza
Sou felizmente concerteza
Alguém que estima as raízes
Daqueles que amor me deram.
Se podesse ser anjo do Senhor
Andaria sempre de lado em lado
Para poder ler o meu passado
Escrito no livro de amor
Que meus paizinhos escreveram.
Mas como sou pessoa mortal
Tenho que aceitar o destino
Que me segue desde pequenino
A viver longe de Portugal
Como já outros assim o fizeram.
Vou andando seguindo e vendo
Quero respeitar a verdade
Ás vezes apertado pela saudade
Dou-lhes razão e vou sofrendo
Amando aqueles que por mim esperam.
Ó se o Mundo fosse pequenino
Visitaria-o cada dia uma vez
Seria estrangeiro, e seria português
Até voltaria a ser menino
Para sorrir, aos que carinhos me deram.
Vou ficar rezando a Deus
Sem esquecer a Senhora da Guia
Na capela da também minha freguesia
Assim mais pertinho dos céus
Sentir as graças que me ofereceram.
Um dia dei uma grande volta sonhando
Atravessando o Atlântico e o vento
Parecia-me uma ponte da saudade
Como uma gaivota voando
Me escondi no firmamento
A pensar na realidade.
Entre o Céu e o mar
Uma a uma ouvia caír
Lágrimas profundas de tristeza
Eram daqueles que queriam chorar
Quando me viram partir
Deixando a nossa familia portuguesa.
Já não posso sonhar mais
Vou acordar do sonho profundo
Que o destino me preparou
Fugi da terra de meus pais
Só porque queria um outro mundo
Este que o meu amor aceitou.
Se um dia encontrar tempo
Irei pedir ao "senhor dos mares"
Que me abra um caminho
Poderei calcular um momento
Para inventar lindos cantares
Como aqueles cantados em Belinho.
Mas se assim não poder ser
Vou preparar os meus sentimentos
Para com eles me consolar
Então a saudade vai me fazer
Uma grande rosa dos ventos
Para portugal me encontrar.
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