| BELINHO |
| Minha terra meu cantinho |
| Bem ordenado à beira-mar |
| Abençoado pela Virgem Maria. |
| Ès um tesouro do Minho |
| Com um magestoso altar |
| Onde rezamos à Senhora da Guia. |
| Minha terra minha saudade |
| Tantos filhos deste ao Mundo |
| Ele que hoje vos aprecia ! |
| Os homens levaram a honestidade |
| Com um desejo bem profundo |
| De repartir no seu dia a dia. |
| Minha terra és minha mãe |
| Minha pàtria te escolheu |
| Guardas a verdade do passado. |
| Ensinaste-nos tudo por bem |
| A fé para escolher o Céu |
| No caminho mais indicado. |
| Minha terra és fonte de amor |
| Também um seleiro de amizades |
| Semeadas para darem raìzes. |
| Conservarê-mos tão alto valor |
| Alimentando as tuas verdades |
| Para todos viverem unidos e felizes ! |
| feito a 22/07/2000 |
| MINHA ALDEIA |
| São belos os teu campos |
| Separados por caminhos e carreiros |
| Eles são autênticos seleiros |
| De esperança e ternura. |
| Por aì passaram outros caminhantes |
| Como profissionais jardineiros |
| Faziam de cavadores e de ceifeiros |
| Amigos da terra numa faina dura. |
| Também por aì fui formado |
| Pelos mesmos campos caminhei |
| Com a dita de ter encontrado |
| Tão bons frutos que eu não semiei. |
| Esses frutos vinham de meus pais |
| Com quem aprendi a cultivar |
| Para semiar un dia no meu lar |
| Muitos hoje mas não demais |
| 01/10/1994 |
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Mais Belinho
BELINHO
| Belinho a minha caravela |
| Atracada á beira-mar |
| Nossa Senhora da Guia dentro dela |
| Com S.Pedro a patronar. |
| Cada seu lar é uma estrela |
| Para a todos nos indicar |
| Que a natureza é mais bela |
| Quando o amor se faz respeitar. |
| Tem dois mastros dominantes |
| São o Castro e o Monte da Guia |
| Ambos um orgulho dos habitantes |
| Que os contemplam dia a dia. |
| Há muitos outros navegantes |
| Saudosos de encontrar esta estadia |
| São eles mênos emigrantes |
| No regresso a esta linda freguesia. |
| Navega minha caravela navega |
| Conduz o teu pôvo com segurança |
| Tem sido exemplar a tua entrega |
| Para manter o carinho e a esperança. |
| Conserva Belinho esta beleza |
| Ela será sempre uma herança |
| Para que esta tua realeza |
| Seja sempre um porto de bonança. |
| a 29/12/2003 |
| Sentado ao pé do mar |
| Fixei o meu curioso olhar |
| Para ver o Monte da Guia. |
| Então lembrei-me de Maria |
| Pedindo-lhes para abençoar |
| Os homens nos campos a trabalhar. |
| Entre o Monte da Guia eo mar |
| Até podemos nós imaginar |
| O nascer do dia até ao sol pôr. |
| Como contagem do terno labor |
| Ao ganhar o pão para cada lar |
| Repartido depois, de graças dar. |
| Era grande a minha felicidade |
| Poder meditar nessa verdade |
| Que meus pais me ensinaram. |
| Também eles para mim trabalharam |
| Agora que estão na eternidade |
| Eu aqui descanso, com saudade. |
| Entre o mar imenso e o monte |
| Alguns campos ainda são a fonte |
| Do alimento das nossas gentes. |
| Ver o cuidado ao lançar as sementes |
| Com mêdo que ventos do horizonte |
| As atirem, sabe-se lá para onde. |
| Como era bom ali estar |
| Meditando juntinho do mar |
| Pensei dizer á Virgem Maria. |
| Ó Divina Mãe neste belo dia |
| Dignai-vos a Deus Pai suplicar |
| Para que haja pão em cada lar. |
| 02/09/2004 |
| BELINHO |
| Belinho meu cantinho |
| Fonte da minha vida |
| Jardim da minha infância |
| Onde uma rosa me acariciou. |
| Ai aprendi o caminho |
| Com iducaçâo escolhida |
| Por vezes com arrogância |
| No sentido de pouco errar. |
| Num lar de fidelidade |
| Sempre senti ser amado |
| Para aprender a amar |
| E ter confiança e alegria. |
| Com obediência e vontade |
| Para o mundo fui lançado |
| Formei o meu santo lar |
| Para ser feliz dia a dia. |
| Embora longe de Belinho |
| Continuei sempre presente |
| Com a saudade no coraçâo |
| E a recordaçâo da minha terra. |
| E entâo como de mansinho |
| Tantas vezes sigo em frente |
| Esperando uma ocasiâo |
| Para regressar numa primavera. |
| Cada dia é um passo na vida |
| Que significa ir mais além |
| Nunca seguros da certeza. |
| Procura-se a via preferida |
| A pensar escolher bem |
| Com humildade e franqueza. |
| Trabalhar foi sempre importante |
| Trabalhar para poder ter pão |
| Enquanto cuida da saùde. |
| Muito mais quando se é emigrante |
| Mas com saudades no coração |
| Guardando coragem e virtude. |
| Belinho por ti sou poeta |
| Tu me inspiras a poesia |
| Procuro sempre a palavra correcta |
| Para te saudar noite e dia |
| Quando a saudade me afecta. |
| Se o homem procura ser natural |
| Tudo tem uma outra beleza |
| Ser homem do pôvo sem mal |
| È viver na vida com realeza |
| Amando tudo e todos em geral. |
| De tudo un pouco por toda a parte |
| Un pouco de tudo para fazer o mundo |
| O mal e o bem também se reparte |
| Mas é bem melhor viver a fundo |
| Com quem tem geito e tem arte. |
| 15/11/2004 |
sábado, 6 de fevereiro de 2010
DOIS CENTENÀRIOS
OS CENTENARISTAS
Os meus bons dias amigos
Dois nossos centenaristas
Dois fiéis irmãos, uns artistas
Que dão honra aos seus e a Belinho!
Duzentos e tais anos de caminho
Sempre com uma franca postura
Sem duvidar dos seus destinos
Mesmo em momentos de amargura.
Coragem e paciência exemplares
Atentos e prontos para acolher
Sem exigirem altos patamares
Apenas respeito pelo seu viver.
Hoje é grande a sua popularidade
Que eles bem souberam preparar
Homens de diàlogo e de verdade
Sua humildade souberam conservar.
Deixai-nos contemplar mais um pouco
Aprender em vòs a ter paciência
Contrariando este mundo louco
Sem clemência, sem tempo p'ra dar!
Cantemos um hino à vida
A estes gigantes do presente
Que ainda à moda antiga
Nos falam de tão boa gente.
Que seu exemplo seja influente
Ou lição por todos compreendida!
02/02/2010
Os meus bons dias amigos
Dois nossos centenaristas
Dois fiéis irmãos, uns artistas
Que dão honra aos seus e a Belinho!
Duzentos e tais anos de caminho
Sempre com uma franca postura
Sem duvidar dos seus destinos
Mesmo em momentos de amargura.
Coragem e paciência exemplares
Atentos e prontos para acolher
Sem exigirem altos patamares
Apenas respeito pelo seu viver.
Hoje é grande a sua popularidade
Que eles bem souberam preparar
Homens de diàlogo e de verdade
Sua humildade souberam conservar.
Deixai-nos contemplar mais um pouco
Aprender em vòs a ter paciência
Contrariando este mundo louco
Sem clemência, sem tempo p'ra dar!
Cantemos um hino à vida
A estes gigantes do presente
Que ainda à moda antiga
Nos falam de tão boa gente.
Que seu exemplo seja influente
Ou lição por todos compreendida!
02/02/2010
O TIO ZÈ DA AGRA
UM CENTO DE ANOS
È este o Zé da Agra
Que o povo de Belinho nomeou
Ele um "Monarca" também
O segundo da mesma dinastia!
Dois irmãos dois guerreiros
Que entre o monte e o mar
Marcaram a nossa història
E dà honra à nossa freguesia.
Um duo de homens a sério
Que viram vàrias gerações
Cruzarem seus caminhos
Muitos amigos de boa gente!
Hoje merecem esta glòria
Assim por todos apludidos
Eles com outras condições
Souberam a tudo fazer frente.
Os campos e as suas searas
Sabiam eles bem as ordenar
Em cada época e a cada maré
Com lindas colheitas reais.
Formados para saber iducar
Empregaram sempre a sua fé
Para seguirem as tradições
Vindas dos tempos de seus pais.
Um prazer conhecer homens tais
E ter esta dita de os seguir
Com esta felicidade da vida
A dar esperança aos que hão-de vir.
02/02/2010
È este o Zé da Agra
Que o povo de Belinho nomeou
Ele um "Monarca" também
O segundo da mesma dinastia!
Dois irmãos dois guerreiros
Que entre o monte e o mar
Marcaram a nossa història
E dà honra à nossa freguesia.
Um duo de homens a sério
Que viram vàrias gerações
Cruzarem seus caminhos
Muitos amigos de boa gente!
Hoje merecem esta glòria
Assim por todos apludidos
Eles com outras condições
Souberam a tudo fazer frente.
Os campos e as suas searas
Sabiam eles bem as ordenar
Em cada época e a cada maré
Com lindas colheitas reais.
Formados para saber iducar
Empregaram sempre a sua fé
Para seguirem as tradições
Vindas dos tempos de seus pais.
Um prazer conhecer homens tais
E ter esta dita de os seguir
Com esta felicidade da vida
A dar esperança aos que hão-de vir.
02/02/2010
HISTÒRIA DO MONARCA
Um resumo do que foi a vida do Senhor
Manuel Fernandes Gomes, que festejou o seu centenàrio a 5 de Abril de 2008
Nasceu a 5 de Abril de 1908 na freguesia de Belinho. Era filho de, Manuel Fernandes Gomes e de Maria
Gonçalves Bedulho. Frequentou a escola até à terceira classe acabando por deixar os estudos para ajudar os seus pais na agricultura, a fonte de rendimentos
para sustentar a famìlia, Deslocavam-se a pé para ir fazer as feiras. Levavam para vender; melancias e verduras.
As feiras que frequentavam era, Vila do Conde Barroselas, Esposende e Viana. Mas também nas festas das aldeias vizinhas.
Com o nascimento de seus irmãos torna-se mais difìcil o sustento da famìlia. Nessa altura até se dividia uma sardinha
Para três ! Apanhavam-se as migalhas do que caìam da mesa ao chão e as beijàva-mos antes de as comer-mos!
Quando não havia farinha necessària para fazer o pão era deitada no caldo para que o alimento chegasse para todos.
Seu pai foi como que obrigado a emigrar para a Argentina vindo a falecer quando andavam a amassar o barro, um cavalo
Lhe dera uma patada. Então depois como filho mais velho, passou a ser o o amparo da famìlia, ficando livre de fazer o ser-
Viço militar para amparar a famìlia.
Casou aos 32 anos com Rosa Gonçalves da Torre Deste casamento viria a nascer um ûnico filho um ano depois.
Foram viver para uns cobertos da casa dos seus avòs, ao lado do terreno onde mais tarde vieram a construir a sua casa.
No seu inìcio da vida a dois traziam os produtos destinados às feiras à cabeça e descalços. Mais tarde começaram por
Comprar uma cabeça de gado para ser ajuda do transporte de mercadorias, vindo mais à frente a comprar uma junta de
Bois. Foi um homem que sempre se procoupou em ajudar os mais pobres, sempre que lhe pediam; desde ser um dos mata-
dores de porcos, ou ajudar nas lavradas com os seus touros. Davam-lhe como recompensa do seu trabalho, alguma carne do
Porco que matava, ou então ajuda manual nos seus trabalhos, mas sem ele nunca pedir nada.
Uma vez aconteceu de estarem 20 pessoas a ajudà-lo, sem que ele lhes tivesse pedido. Com o esforço do seu trabalho veio a
construir a sua casa onde ainda hoje mora. Procurou sempre dar o seu melhor, sendo honesto e respeitador. Na sua intenção
as palavras valiam mais do que o dinheiro que ele tinha! Assim foi sempre uma pessoa muito querida e respeitada por toda a
freguesia. Orgulha-se de pertencer a esta freguesia e ter os amigos que tem. È com muito orgulho e alegria que agradece a todos aqueles
que colabora com a sua felicidade.
Manuel Fernandes Gomes, que festejou o seu centenàrio a 5 de Abril de 2008
Nasceu a 5 de Abril de 1908 na freguesia de Belinho. Era filho de, Manuel Fernandes Gomes e de Maria
Gonçalves Bedulho. Frequentou a escola até à terceira classe acabando por deixar os estudos para ajudar os seus pais na agricultura, a fonte de rendimentos
para sustentar a famìlia, Deslocavam-se a pé para ir fazer as feiras. Levavam para vender; melancias e verduras.
As feiras que frequentavam era, Vila do Conde Barroselas, Esposende e Viana. Mas também nas festas das aldeias vizinhas.
Com o nascimento de seus irmãos torna-se mais difìcil o sustento da famìlia. Nessa altura até se dividia uma sardinha
Para três ! Apanhavam-se as migalhas do que caìam da mesa ao chão e as beijàva-mos antes de as comer-mos!
Quando não havia farinha necessària para fazer o pão era deitada no caldo para que o alimento chegasse para todos.
Seu pai foi como que obrigado a emigrar para a Argentina vindo a falecer quando andavam a amassar o barro, um cavalo
Lhe dera uma patada. Então depois como filho mais velho, passou a ser o o amparo da famìlia, ficando livre de fazer o ser-
Viço militar para amparar a famìlia.
Casou aos 32 anos com Rosa Gonçalves da Torre Deste casamento viria a nascer um ûnico filho um ano depois.
Foram viver para uns cobertos da casa dos seus avòs, ao lado do terreno onde mais tarde vieram a construir a sua casa.
No seu inìcio da vida a dois traziam os produtos destinados às feiras à cabeça e descalços. Mais tarde começaram por
Comprar uma cabeça de gado para ser ajuda do transporte de mercadorias, vindo mais à frente a comprar uma junta de
Bois. Foi um homem que sempre se procoupou em ajudar os mais pobres, sempre que lhe pediam; desde ser um dos mata-
dores de porcos, ou ajudar nas lavradas com os seus touros. Davam-lhe como recompensa do seu trabalho, alguma carne do
Porco que matava, ou então ajuda manual nos seus trabalhos, mas sem ele nunca pedir nada.
Uma vez aconteceu de estarem 20 pessoas a ajudà-lo, sem que ele lhes tivesse pedido. Com o esforço do seu trabalho veio a
construir a sua casa onde ainda hoje mora. Procurou sempre dar o seu melhor, sendo honesto e respeitador. Na sua intenção
as palavras valiam mais do que o dinheiro que ele tinha! Assim foi sempre uma pessoa muito querida e respeitada por toda a
freguesia. Orgulha-se de pertencer a esta freguesia e ter os amigos que tem. È com muito orgulho e alegria que agradece a todos aqueles
que colabora com a sua felicidade.
MONARCA MANUEL
MANUEL CARAMALHO
Nosso bravo guerreiro
Sem nunca fazer guerra
Nem atropelar ninguém.
Desde o seu cantinho do Outeiro
Entre o Outono e a Primavera
As sementeiras conhece bem.
Conhecedor das boas marés
Para o mar tirava tempo
Para dele tirar proveito.
Molhado da cabeça aos pés
Por vezes com chuva e vento
Caçava os polvos a jeito.
No monte conhecia os segredos
Entre baldios e "castros"
Ou por encostas inclinadas.
A dura faina não lhe fazia medo
Fosse levar o gado aos pastos
Ou para fazer as roçadas.
Homem do monte, terra e mar
De tudo soube fazer na vida
Emprestando o seu saber.
Bons exemplos sabe dar
Digno de uma família querida
Um cumpridor do seu dever.
Notável pastor da vida social
Mensageiro da fé e da amizade
Oferecida ao cruzar os caminhos.
Monarca, é apelido de grandeza
Para aclamar os valores morais
Dos grandes homens de Belinho.
Bom dia homem da terra e do mar
Grande vitalizador sério e natural
Com uma vida longa e pura.
Jardineiro amoroso dos campos
No modo de ordenar os milheirais
Que Nosso Senhor amadura.
Com as cem velas iluminadas
Para reler o lindo passado
Da tua vitalícia dinastia.
Uma vida tão bem clarificada
A seguir nos tempos futuros
Que o mundo novo já aprecia.
A freguesia inteira te cantou
Agradecendo o teu amor à vida
Com lições simples da natureza.
Autêntico livro de poesia
A relatar a tua bela geração
Que deu á verdade, mais certeza.
Tantas histórias contadas
Muitos conselhos formulados
Citados com respeito e pudor.
Algumas escutei com atenção
Das "mocidades" com meu pai
E com outros companheiros de valor.
Notável pastor da vida social
Mensageiro da fé e da amizade
Oferecida ao cruzar os caminhos.
Monarca, é apelido de grandeza
Para aclamar os valores morais
Nosso bravo guerreiro
Sem nunca fazer guerra
Nem atropelar ninguém.
Desde o seu cantinho do Outeiro
Entre o Outono e a Primavera
As sementeiras conhece bem.
Conhecedor das boas marés
Para o mar tirava tempo
Para dele tirar proveito.
Molhado da cabeça aos pés
Por vezes com chuva e vento
Caçava os polvos a jeito.
No monte conhecia os segredos
Entre baldios e "castros"
Ou por encostas inclinadas.
A dura faina não lhe fazia medo
Fosse levar o gado aos pastos
Ou para fazer as roçadas.
Homem do monte, terra e mar
De tudo soube fazer na vida
Emprestando o seu saber.
Bons exemplos sabe dar
Digno de uma família querida
Um cumpridor do seu dever.
Notável pastor da vida social
Mensageiro da fé e da amizade
Oferecida ao cruzar os caminhos.
Monarca, é apelido de grandeza
Para aclamar os valores morais
Dos grandes homens de Belinho.
Bom dia homem da terra e do mar
Grande vitalizador sério e natural
Com uma vida longa e pura.
Jardineiro amoroso dos campos
No modo de ordenar os milheirais
Que Nosso Senhor amadura.
Com as cem velas iluminadas
Para reler o lindo passado
Da tua vitalícia dinastia.
Uma vida tão bem clarificada
A seguir nos tempos futuros
Que o mundo novo já aprecia.
A freguesia inteira te cantou
Agradecendo o teu amor à vida
Com lições simples da natureza.
Autêntico livro de poesia
A relatar a tua bela geração
Que deu á verdade, mais certeza.
Tantas histórias contadas
Muitos conselhos formulados
Citados com respeito e pudor.
Algumas escutei com atenção
Das "mocidades" com meu pai
E com outros companheiros de valor.
Notável pastor da vida social
Mensageiro da fé e da amizade
Oferecida ao cruzar os caminhos.
Monarca, é apelido de grandeza
Para aclamar os valores morais
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