| BELINHO |
| Minha terra meu cantinho |
| Bem ordenado à beira-mar |
| Abençoado pela Virgem Maria. |
| Ès um tesouro do Minho |
| Com um magestoso altar |
| Onde rezamos à Senhora da Guia. |
| Minha terra minha saudade |
| Tantos filhos deste ao Mundo |
| Ele que hoje vos aprecia ! |
| Os homens levaram a honestidade |
| Com um desejo bem profundo |
| De repartir no seu dia a dia. |
| Minha terra és minha mãe |
| Minha pàtria te escolheu |
| Guardas a verdade do passado. |
| Ensinaste-nos tudo por bem |
| A fé para escolher o Céu |
| No caminho mais indicado. |
| Minha terra és fonte de amor |
| Também um seleiro de amizades |
| Semeadas para darem raìzes. |
| Conservarê-mos tão alto valor |
| Alimentando as tuas verdades |
| Para todos viverem unidos e felizes ! |
| feito a 22/07/2000 |
| MINHA ALDEIA |
| São belos os teu campos |
| Separados por caminhos e carreiros |
| Eles são autênticos seleiros |
| De esperança e ternura. |
| Por aì passaram outros caminhantes |
| Como profissionais jardineiros |
| Faziam de cavadores e de ceifeiros |
| Amigos da terra numa faina dura. |
| Também por aì fui formado |
| Pelos mesmos campos caminhei |
| Com a dita de ter encontrado |
| Tão bons frutos que eu não semiei. |
| Esses frutos vinham de meus pais |
| Com quem aprendi a cultivar |
| Para semiar un dia no meu lar |
| Muitos hoje mas não demais |
| 01/10/1994 |
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Mais Belinho
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