| OS CAMINHOS DE BELINHO |
| Lindos são os caminhos de Belinho |
| Que dividem os campos floridos |
| Como também os lares de amor. |
| Quando por eles passamos devagarinho |
| Avivam-se os nossos sentidos |
| Para sentirem o perfume das flores. |
| Hoje caminhos encalcetados |
| Que mais parecem avenidas |
| A delìcia dos carros sem carrinhos ! |
| Hoje jà não ladeados por silvados |
| Até se fazem loucas corridas |
| Até perder sonhos e filhinhos. |
| Mais lindas seriam estas vias |
| Se houvera calma e iducação |
| Tendo com todos muito respeito. |
| Viajar sériamente todos os dias |
| Nunca a velocidades de competição |
| Onde hà alguns com esse defeito. |
| Nem todos podem ser professores |
| Parabéns a quem o pode ser |
| Pela coragem ou meios financeiros. |
| Todos temos os nossos valores |
| Para pela verdade saber viver |
| Mesmo os que dizem ser jornaleiros ! |
| Respeitar com franqueza e atitude |
| O melhor que cada um sabe |
| A màxima perfeiço não vem da terra ! |
| Ensinar o bom exemplo à juventude |
| O amor e o respeito é a chave |
| Para não abrir as portas da guerra ! |
| Estes são pequenos ditos meus |
| A força da idade também me ensinou |
| Porque bons professores encontrei. |
| Aprendi com quem jà foi para Deus |
| Estou hoje feliz por ser como sou |
| Viver com todos alegre eu poderei ! |
| a 15/01/2004 |
| A minha aldeia é um jardim do Minho |
| Como um canteiro florido e natural |
| Que apetece visitar todos os dias. |
| A cada esquina de um caminho |
| Vemos sempre um roseiral |
| Onde hà sempre "rosas e marias" ! |
| Ela é também um jardim de pão |
| À custa de seu pôvo corajoso |
| Que lida a terra para a semente. |
| Com abilidade em cada estação |
| O "Belinhense" honesto e laborioso |
| Faz provar como é a lusa-gente. |
| Todos somos filhos de Maria |
| Eu até sou filho de uma rosa |
| Que um belo lìrio esposou. |
| Assim é o ser humano dia a dia |
| Vivendo a vida justa e amorosa |
| Para louvar quem tanto o amou. |
| O pôvo de Belinho é gente de guerra |
| Que se defende na terra por amor |
| Procurando respeitar a natureza |
| Aquela com quem eles vivem tanto. |
| Vê-los desde o verão à primavera |
| A lutar com alma e vigor |
| Para que esta jòia portuguesa |
| Seja rica e com muito encanto. |
| Caminhos tapeados de pedrinhas |
| Onde cada uma tem uma història |
| calcadas por tão boa gente ! |
| Por elas recordamos alminhas |
| Até rezamos por sua memòria |
| Ainda o seu terno amor se sente! |
| feito a 16/01/2004 |
terça-feira, 16 de março de 2010
MEUS CAMINHOS
A MINHA TERRA
| A MINHA TERRA |
| A bela planìcia da nossa freguesia |
| Foi sempre um jardim de pão |
| Sempre que o pôvo no seu dia a dia |
| Semeia e planta com dedicação. |
| Ontem sem màquinas artisanais |
| Tudo manualmente se fazia |
| Ajudados pelos domésticos animais |
| A vida no campo era uma romaria ! |
| Ouviam-se os cantares populares |
| Que o vento fazia écoar |
| Era por amor aos seus lares |
| A tal vida do pobre a cantar ! |
| Ver aqueles milheirais em flor |
| Sachados por homens corpulentos |
| A freguesia assim mudava de côr |
| Em cada dia seus novos eventos. |
| O som das enxadas a cavar |
| Distraì-am o apetite do trabalhador |
| Sem empedir a vontade de conversar |
| Para aprender as anedotas de cor ! |
| Quando os engenhos tilintavam |
| Como a tocar salmos de devoção |
| Pela àgua que os milheirais amavam |
| Para o lavrador ter do bom pão ! |
| Quando vinham as ceifas das searas |
| Quase sempre feitas demanhã cedinho |
| Para proteger as tantas lindas caras |
| Das queimaduras do sol quentinho ! |
| Eram depois as desfolhadas |
| À luz da candeia e do luar |
| Devez enquando entre duas cestadas |
| Uma espiga de côr incitava a abraçar ! |
| A faina a seguir continuava |
| Com o malhar das espigas loiradas |
| Que à força de mangalada |
| Era depois repartido em eiradas. |
| Assim se faziam jornada a jornada |
| Muitas vezes as pessoas cansadas |
| Quase dia e noite que grande fada |
| Era o trabalho das gentes honradas ! |
| Que de poesias a nossa terra tem |
| Com tanta iducação e com cultura |
| Onde tudo se fazia por bem |
| Ensinando como a vida por vezes é dura. |
| Assim foi para tanto pai e mãe |
| Entre alegrias e dores à mistura |
| Por amor à vida e aos seus também. |
| Belinho ontem terra de pão e sustento |
| Grangeado com carinho e amor puro |
| Hoje por muitos é jà esquecimento |
| Mas o pão da vida não é mais seguro ! |
| feito a 14/01/2004 |
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Mais Belinho
| BELINHO |
| Minha terra meu cantinho |
| Bem ordenado à beira-mar |
| Abençoado pela Virgem Maria. |
| Ès um tesouro do Minho |
| Com um magestoso altar |
| Onde rezamos à Senhora da Guia. |
| Minha terra minha saudade |
| Tantos filhos deste ao Mundo |
| Ele que hoje vos aprecia ! |
| Os homens levaram a honestidade |
| Com um desejo bem profundo |
| De repartir no seu dia a dia. |
| Minha terra és minha mãe |
| Minha pàtria te escolheu |
| Guardas a verdade do passado. |
| Ensinaste-nos tudo por bem |
| A fé para escolher o Céu |
| No caminho mais indicado. |
| Minha terra és fonte de amor |
| Também um seleiro de amizades |
| Semeadas para darem raìzes. |
| Conservarê-mos tão alto valor |
| Alimentando as tuas verdades |
| Para todos viverem unidos e felizes ! |
| feito a 22/07/2000 |
| MINHA ALDEIA |
| São belos os teu campos |
| Separados por caminhos e carreiros |
| Eles são autênticos seleiros |
| De esperança e ternura. |
| Por aì passaram outros caminhantes |
| Como profissionais jardineiros |
| Faziam de cavadores e de ceifeiros |
| Amigos da terra numa faina dura. |
| Também por aì fui formado |
| Pelos mesmos campos caminhei |
| Com a dita de ter encontrado |
| Tão bons frutos que eu não semiei. |
| Esses frutos vinham de meus pais |
| Com quem aprendi a cultivar |
| Para semiar un dia no meu lar |
| Muitos hoje mas não demais |
| 01/10/1994 |
BELINHO
| Belinho a minha caravela |
| Atracada á beira-mar |
| Nossa Senhora da Guia dentro dela |
| Com S.Pedro a patronar. |
| Cada seu lar é uma estrela |
| Para a todos nos indicar |
| Que a natureza é mais bela |
| Quando o amor se faz respeitar. |
| Tem dois mastros dominantes |
| São o Castro e o Monte da Guia |
| Ambos um orgulho dos habitantes |
| Que os contemplam dia a dia. |
| Há muitos outros navegantes |
| Saudosos de encontrar esta estadia |
| São eles mênos emigrantes |
| No regresso a esta linda freguesia. |
| Navega minha caravela navega |
| Conduz o teu pôvo com segurança |
| Tem sido exemplar a tua entrega |
| Para manter o carinho e a esperança. |
| Conserva Belinho esta beleza |
| Ela será sempre uma herança |
| Para que esta tua realeza |
| Seja sempre um porto de bonança. |
| a 29/12/2003 |
| Sentado ao pé do mar |
| Fixei o meu curioso olhar |
| Para ver o Monte da Guia. |
| Então lembrei-me de Maria |
| Pedindo-lhes para abençoar |
| Os homens nos campos a trabalhar. |
| Entre o Monte da Guia eo mar |
| Até podemos nós imaginar |
| O nascer do dia até ao sol pôr. |
| Como contagem do terno labor |
| Ao ganhar o pão para cada lar |
| Repartido depois, de graças dar. |
| Era grande a minha felicidade |
| Poder meditar nessa verdade |
| Que meus pais me ensinaram. |
| Também eles para mim trabalharam |
| Agora que estão na eternidade |
| Eu aqui descanso, com saudade. |
| Entre o mar imenso e o monte |
| Alguns campos ainda são a fonte |
| Do alimento das nossas gentes. |
| Ver o cuidado ao lançar as sementes |
| Com mêdo que ventos do horizonte |
| As atirem, sabe-se lá para onde. |
| Como era bom ali estar |
| Meditando juntinho do mar |
| Pensei dizer á Virgem Maria. |
| Ó Divina Mãe neste belo dia |
| Dignai-vos a Deus Pai suplicar |
| Para que haja pão em cada lar. |
| 02/09/2004 |
| BELINHO |
| Belinho meu cantinho |
| Fonte da minha vida |
| Jardim da minha infância |
| Onde uma rosa me acariciou. |
| Ai aprendi o caminho |
| Com iducaçâo escolhida |
| Por vezes com arrogância |
| No sentido de pouco errar. |
| Num lar de fidelidade |
| Sempre senti ser amado |
| Para aprender a amar |
| E ter confiança e alegria. |
| Com obediência e vontade |
| Para o mundo fui lançado |
| Formei o meu santo lar |
| Para ser feliz dia a dia. |
| Embora longe de Belinho |
| Continuei sempre presente |
| Com a saudade no coraçâo |
| E a recordaçâo da minha terra. |
| E entâo como de mansinho |
| Tantas vezes sigo em frente |
| Esperando uma ocasiâo |
| Para regressar numa primavera. |
| Cada dia é um passo na vida |
| Que significa ir mais além |
| Nunca seguros da certeza. |
| Procura-se a via preferida |
| A pensar escolher bem |
| Com humildade e franqueza. |
| Trabalhar foi sempre importante |
| Trabalhar para poder ter pão |
| Enquanto cuida da saùde. |
| Muito mais quando se é emigrante |
| Mas com saudades no coração |
| Guardando coragem e virtude. |
| Belinho por ti sou poeta |
| Tu me inspiras a poesia |
| Procuro sempre a palavra correcta |
| Para te saudar noite e dia |
| Quando a saudade me afecta. |
| Se o homem procura ser natural |
| Tudo tem uma outra beleza |
| Ser homem do pôvo sem mal |
| È viver na vida com realeza |
| Amando tudo e todos em geral. |
| De tudo un pouco por toda a parte |
| Un pouco de tudo para fazer o mundo |
| O mal e o bem também se reparte |
| Mas é bem melhor viver a fundo |
| Com quem tem geito e tem arte. |
| 15/11/2004 |
sábado, 6 de fevereiro de 2010
DOIS CENTENÀRIOS
OS CENTENARISTAS
Os meus bons dias amigos
Dois nossos centenaristas
Dois fiéis irmãos, uns artistas
Que dão honra aos seus e a Belinho!
Duzentos e tais anos de caminho
Sempre com uma franca postura
Sem duvidar dos seus destinos
Mesmo em momentos de amargura.
Coragem e paciência exemplares
Atentos e prontos para acolher
Sem exigirem altos patamares
Apenas respeito pelo seu viver.
Hoje é grande a sua popularidade
Que eles bem souberam preparar
Homens de diàlogo e de verdade
Sua humildade souberam conservar.
Deixai-nos contemplar mais um pouco
Aprender em vòs a ter paciência
Contrariando este mundo louco
Sem clemência, sem tempo p'ra dar!
Cantemos um hino à vida
A estes gigantes do presente
Que ainda à moda antiga
Nos falam de tão boa gente.
Que seu exemplo seja influente
Ou lição por todos compreendida!
02/02/2010
Os meus bons dias amigos
Dois nossos centenaristas
Dois fiéis irmãos, uns artistas
Que dão honra aos seus e a Belinho!
Duzentos e tais anos de caminho
Sempre com uma franca postura
Sem duvidar dos seus destinos
Mesmo em momentos de amargura.
Coragem e paciência exemplares
Atentos e prontos para acolher
Sem exigirem altos patamares
Apenas respeito pelo seu viver.
Hoje é grande a sua popularidade
Que eles bem souberam preparar
Homens de diàlogo e de verdade
Sua humildade souberam conservar.
Deixai-nos contemplar mais um pouco
Aprender em vòs a ter paciência
Contrariando este mundo louco
Sem clemência, sem tempo p'ra dar!
Cantemos um hino à vida
A estes gigantes do presente
Que ainda à moda antiga
Nos falam de tão boa gente.
Que seu exemplo seja influente
Ou lição por todos compreendida!
02/02/2010
O TIO ZÈ DA AGRA
UM CENTO DE ANOS
È este o Zé da Agra
Que o povo de Belinho nomeou
Ele um "Monarca" também
O segundo da mesma dinastia!
Dois irmãos dois guerreiros
Que entre o monte e o mar
Marcaram a nossa història
E dà honra à nossa freguesia.
Um duo de homens a sério
Que viram vàrias gerações
Cruzarem seus caminhos
Muitos amigos de boa gente!
Hoje merecem esta glòria
Assim por todos apludidos
Eles com outras condições
Souberam a tudo fazer frente.
Os campos e as suas searas
Sabiam eles bem as ordenar
Em cada época e a cada maré
Com lindas colheitas reais.
Formados para saber iducar
Empregaram sempre a sua fé
Para seguirem as tradições
Vindas dos tempos de seus pais.
Um prazer conhecer homens tais
E ter esta dita de os seguir
Com esta felicidade da vida
A dar esperança aos que hão-de vir.
02/02/2010
È este o Zé da Agra
Que o povo de Belinho nomeou
Ele um "Monarca" também
O segundo da mesma dinastia!
Dois irmãos dois guerreiros
Que entre o monte e o mar
Marcaram a nossa història
E dà honra à nossa freguesia.
Um duo de homens a sério
Que viram vàrias gerações
Cruzarem seus caminhos
Muitos amigos de boa gente!
Hoje merecem esta glòria
Assim por todos apludidos
Eles com outras condições
Souberam a tudo fazer frente.
Os campos e as suas searas
Sabiam eles bem as ordenar
Em cada época e a cada maré
Com lindas colheitas reais.
Formados para saber iducar
Empregaram sempre a sua fé
Para seguirem as tradições
Vindas dos tempos de seus pais.
Um prazer conhecer homens tais
E ter esta dita de os seguir
Com esta felicidade da vida
A dar esperança aos que hão-de vir.
02/02/2010
HISTÒRIA DO MONARCA
Um resumo do que foi a vida do Senhor
Manuel Fernandes Gomes, que festejou o seu centenàrio a 5 de Abril de 2008
Nasceu a 5 de Abril de 1908 na freguesia de Belinho. Era filho de, Manuel Fernandes Gomes e de Maria
Gonçalves Bedulho. Frequentou a escola até à terceira classe acabando por deixar os estudos para ajudar os seus pais na agricultura, a fonte de rendimentos
para sustentar a famìlia, Deslocavam-se a pé para ir fazer as feiras. Levavam para vender; melancias e verduras.
As feiras que frequentavam era, Vila do Conde Barroselas, Esposende e Viana. Mas também nas festas das aldeias vizinhas.
Com o nascimento de seus irmãos torna-se mais difìcil o sustento da famìlia. Nessa altura até se dividia uma sardinha
Para três ! Apanhavam-se as migalhas do que caìam da mesa ao chão e as beijàva-mos antes de as comer-mos!
Quando não havia farinha necessària para fazer o pão era deitada no caldo para que o alimento chegasse para todos.
Seu pai foi como que obrigado a emigrar para a Argentina vindo a falecer quando andavam a amassar o barro, um cavalo
Lhe dera uma patada. Então depois como filho mais velho, passou a ser o o amparo da famìlia, ficando livre de fazer o ser-
Viço militar para amparar a famìlia.
Casou aos 32 anos com Rosa Gonçalves da Torre Deste casamento viria a nascer um ûnico filho um ano depois.
Foram viver para uns cobertos da casa dos seus avòs, ao lado do terreno onde mais tarde vieram a construir a sua casa.
No seu inìcio da vida a dois traziam os produtos destinados às feiras à cabeça e descalços. Mais tarde começaram por
Comprar uma cabeça de gado para ser ajuda do transporte de mercadorias, vindo mais à frente a comprar uma junta de
Bois. Foi um homem que sempre se procoupou em ajudar os mais pobres, sempre que lhe pediam; desde ser um dos mata-
dores de porcos, ou ajudar nas lavradas com os seus touros. Davam-lhe como recompensa do seu trabalho, alguma carne do
Porco que matava, ou então ajuda manual nos seus trabalhos, mas sem ele nunca pedir nada.
Uma vez aconteceu de estarem 20 pessoas a ajudà-lo, sem que ele lhes tivesse pedido. Com o esforço do seu trabalho veio a
construir a sua casa onde ainda hoje mora. Procurou sempre dar o seu melhor, sendo honesto e respeitador. Na sua intenção
as palavras valiam mais do que o dinheiro que ele tinha! Assim foi sempre uma pessoa muito querida e respeitada por toda a
freguesia. Orgulha-se de pertencer a esta freguesia e ter os amigos que tem. È com muito orgulho e alegria que agradece a todos aqueles
que colabora com a sua felicidade.
Manuel Fernandes Gomes, que festejou o seu centenàrio a 5 de Abril de 2008
Nasceu a 5 de Abril de 1908 na freguesia de Belinho. Era filho de, Manuel Fernandes Gomes e de Maria
Gonçalves Bedulho. Frequentou a escola até à terceira classe acabando por deixar os estudos para ajudar os seus pais na agricultura, a fonte de rendimentos
para sustentar a famìlia, Deslocavam-se a pé para ir fazer as feiras. Levavam para vender; melancias e verduras.
As feiras que frequentavam era, Vila do Conde Barroselas, Esposende e Viana. Mas também nas festas das aldeias vizinhas.
Com o nascimento de seus irmãos torna-se mais difìcil o sustento da famìlia. Nessa altura até se dividia uma sardinha
Para três ! Apanhavam-se as migalhas do que caìam da mesa ao chão e as beijàva-mos antes de as comer-mos!
Quando não havia farinha necessària para fazer o pão era deitada no caldo para que o alimento chegasse para todos.
Seu pai foi como que obrigado a emigrar para a Argentina vindo a falecer quando andavam a amassar o barro, um cavalo
Lhe dera uma patada. Então depois como filho mais velho, passou a ser o o amparo da famìlia, ficando livre de fazer o ser-
Viço militar para amparar a famìlia.
Casou aos 32 anos com Rosa Gonçalves da Torre Deste casamento viria a nascer um ûnico filho um ano depois.
Foram viver para uns cobertos da casa dos seus avòs, ao lado do terreno onde mais tarde vieram a construir a sua casa.
No seu inìcio da vida a dois traziam os produtos destinados às feiras à cabeça e descalços. Mais tarde começaram por
Comprar uma cabeça de gado para ser ajuda do transporte de mercadorias, vindo mais à frente a comprar uma junta de
Bois. Foi um homem que sempre se procoupou em ajudar os mais pobres, sempre que lhe pediam; desde ser um dos mata-
dores de porcos, ou ajudar nas lavradas com os seus touros. Davam-lhe como recompensa do seu trabalho, alguma carne do
Porco que matava, ou então ajuda manual nos seus trabalhos, mas sem ele nunca pedir nada.
Uma vez aconteceu de estarem 20 pessoas a ajudà-lo, sem que ele lhes tivesse pedido. Com o esforço do seu trabalho veio a
construir a sua casa onde ainda hoje mora. Procurou sempre dar o seu melhor, sendo honesto e respeitador. Na sua intenção
as palavras valiam mais do que o dinheiro que ele tinha! Assim foi sempre uma pessoa muito querida e respeitada por toda a
freguesia. Orgulha-se de pertencer a esta freguesia e ter os amigos que tem. È com muito orgulho e alegria que agradece a todos aqueles
que colabora com a sua felicidade.
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