quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

ADEUS ANO VELHINHO NOVO ANO
Adeus ano vélhinho Bem vindo sejas-tu novo ano
Deixa agora o teu caminho Muito feliz estou eu por te encontrar
Para o novo ano reinar; Mesmo se és mais un para eu contar
Foste para muitos tão pobrezinho Mas dà-me saùde para eu ir mais além.
Que ficaram sem amor nem carinho Sò te peço que me não leves no engano
Sem pai,sem mãe nem lar. Lembramos-te o ano que vem de acabar

Que deu à natureza un enorme dano
Também amigo de outros sim senhor Deixando terras sem ninguém.
Muitos sim que são felizes
Seréao eles que de ti falarão Não precisamos de grandes històrias
Aproveitando bem a sua vida O mundo é jà tão lindo como é
Os que comem de seu justo pão ! Sò nòs começamos a perder a fé

Porque os governos sò procuram glòrias.
Muitos dirão que é um louvor Por ti te prometemos novo "aninho"
Pelas suas boas directrizes A voltar a ter confiança em quem vier
Que o destino lhes trousse à mão Que tragam ao pôvo un melhor viver
Porque a natureza sempre apetecida Com condições bem mais satisfatòrias.
Segiu com eles na sua mansidão.

De promessas està o Paìs cheio
Também eu de ti posso falar bem Até jà escasseia a pràtica verdadeira
Porque com a vida ainda estou Porque por esta sociedade inteira
Certo é que perdi alguém Se prometem "deuses" sem amor.
Mas ainda posso ser quem sou Veràs novo ano que o nosso meio
Com a ajuda de Deus. Amem ! Anda cansado de ouvir e de trabalhar
MAIS UM ANO A resposta da sorridente "ministrada"
Là se foi mais um ano Não pagar os salàrios pelo justo valor.
Que tanto dano causou
Deixando o nosso mundo pobrezinho Mas tu não receis ano doi mil e cinco
Com tanta injustiça e calamidade. Ainda cà estamos para dar luta
São não faltam ilusões nem enganos Jà aprendemos com os outros anos
A mà fé também aumentou A defender os bens da nossa terra.
Lares sem amor nem carinho Jà chega de tanto apertar o cinto
Em troco de interesses e falsidade. Que os" deputados" mudem de conduta

Que nos partidos jà basta de enganos
Até alguns homens de valores Estamos por tudo, mênos fazer a guerra.
Se tornaram senhores de cara tapada
A vida honrada não a quizeram
Deitando fora a sua seriédade.
Compraram-se até falsos amores
Fica a humanidade desnorteada
Com a luxùria reinados elegeram
Atacando os castelos da honestidade.


Abriram-se tùneis para a violência
Por onde passam os inocentes
Em troca de leis descaradas
Seladas com guerras dos diabos.
Sufucaram os gritos de clemência
Por canhões virados aos continentes
Matando famìlias sérias e honradas
Tantos santos foram martirizados






















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