| ADEUS ANO VELHINHO | NOVO ANO |
| Adeus ano vélhinho | Bem vindo sejas-tu novo ano |
| Deixa agora o teu caminho | Muito feliz estou eu por te encontrar |
| Para o novo ano reinar; | Mesmo se és mais un para eu contar |
| Foste para muitos tão pobrezinho | Mas dà-me saùde para eu ir mais além. |
| Que ficaram sem amor nem carinho | Sò te peço que me não leves no engano |
| Sem pai,sem mãe nem lar. | Lembramos-te o ano que vem de acabar |
| Que deu à natureza un enorme dano | |
| Também amigo de outros sim senhor | Deixando terras sem ninguém. |
| Muitos sim que são felizes | |
| Seréao eles que de ti falarão | Não precisamos de grandes històrias |
| Aproveitando bem a sua vida | O mundo é jà tão lindo como é |
| Os que comem de seu justo pão ! | Sò nòs começamos a perder a fé |
| Porque os governos sò procuram glòrias. | |
| Muitos dirão que é um louvor | Por ti te prometemos novo "aninho" |
| Pelas suas boas directrizes | A voltar a ter confiança em quem vier |
| Que o destino lhes trousse à mão | Que tragam ao pôvo un melhor viver |
| Porque a natureza sempre apetecida | Com condições bem mais satisfatòrias. |
| Segiu com eles na sua mansidão. | |
| De promessas està o Paìs cheio | |
| Também eu de ti posso falar bem | Até jà escasseia a pràtica verdadeira |
| Porque com a vida ainda estou | Porque por esta sociedade inteira |
| Certo é que perdi alguém | Se prometem "deuses" sem amor. |
| Mas ainda posso ser quem sou | Veràs novo ano que o nosso meio |
| Com a ajuda de Deus. Amem ! | Anda cansado de ouvir e de trabalhar |
| MAIS UM ANO | A resposta da sorridente "ministrada" |
| Là se foi mais um ano | Não pagar os salàrios pelo justo valor. |
| Que tanto dano causou | |
| Deixando o nosso mundo pobrezinho | Mas tu não receis ano doi mil e cinco |
| Com tanta injustiça e calamidade. | Ainda cà estamos para dar luta |
| São não faltam ilusões nem enganos | Jà aprendemos com os outros anos |
| A mà fé também aumentou | A defender os bens da nossa terra. |
| Lares sem amor nem carinho | Jà chega de tanto apertar o cinto |
| Em troco de interesses e falsidade. | Que os" deputados" mudem de conduta |
| Que nos partidos jà basta de enganos | |
| Até alguns homens de valores | Estamos por tudo, mênos fazer a guerra. |
| Se tornaram senhores de cara tapada | |
| A vida honrada não a quizeram | |
| Deitando fora a sua seriédade. | |
| Compraram-se até falsos amores | |
| Fica a humanidade desnorteada | |
| Com a luxùria reinados elegeram | |
| Atacando os castelos da honestidade. | |
| Abriram-se tùneis para a violência | |
| Por onde passam os inocentes | |
| Em troca de leis descaradas | |
| Seladas com guerras dos diabos. | |
| Sufucaram os gritos de clemência | |
| Por canhões virados aos continentes | |
| Matando famìlias sérias e honradas | |
| Tantos santos foram martirizados | |
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário