| Saudades da minha terra | |
| Saudades da minha terra | Ò fonte dos meus amores |
| Minha aldeia à beira-mar | Quantas flores jà me deste |
| Como é lindo esse cantinho | Tantos botões carinhosos |
| Que foi o meu caminho | Que são meus e são teus! |
| Para a minha vida começar. | |
| São frutos da nossa unidade | |
| Minha aldeia é Belinho | Que buscamos no amor |
| O mais belo cantinho | Que a nossa fidelidade |
| Encostadinho ao mar | Ajudou a tanto esplendor. |
| Local santo do meu lar | |
| Que nunca pude esquecer. | Cada vez mais completos |
| Com tantos sorrisos à nossa volta | |
| Também por ela soube sofrer | Continua a esperança da vida |
| Quando parti para longe | Meu Deus que bons estes afectos! |
| Para o bom Paìs de França. | |
| Junto o amor às saudades | Que mais pedir ao Senhor |
| Escolhendo as verdades | Se jà tanto recebemos |
| Para a todos dar a minha confiança! | Que nos guarde este amor |
| Esperando pelos bisnetos. | |
| Os caminhos da minha terra | a 15/12/09 |
| Estão para todos bem abertos | Vou levando a àgua ao meu moinho |
| Quem a visita segue seu destino | Quer chova ou faça vento |
| Escolhendo os locais certos! | Com dias de chuva ou calor! |
| Ali hà sempre alguém que os espera | Tento seguir pelo bom caminho |
| Para dar ou ouvir conselho | Por onde passa a verdade e o amor! |
| Ou por um sorriso de menino! | |
| Espero que o grão moìdo | |
| Cada portal tem uma història | Tenha sempre bom paladar |
| Nas memòrias da sua moradia | P'ra servir o meu preferido |
| Onde demorou o amor e a vida | Que reconhece o bom pão! |
| Certamente com dias de glòria. | Até hoje foi bem servido |
| Por isso eu quero continuar | |
| Ao passar nem precisamos bater | Pelo respeito e gratidão. |
| Deixamos o coração sentir | |
| O que de bem por ali havia | |
| Que muitas vezes nos quizeram sorrir! | |
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
MINHA FONTE DE AMOR
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